Comunicação Não Violenta

Baseado em 38 avaliações
  • 194 Alunos matriculados
  • 30 Horas de duração
  • 119 Aulas
  • 14 Módulos
  • 8 Avaliações
  • 1 ano de suporte
  • Certificado de conclusão
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"Nesse curso aprendi a forma correta de me comunicar com as pessoas sem deixá-las chateadas ou magoadas."
CHRISTIANE FONTANA DA SILVEIRA
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A comunicação não violenta (CNV) é um estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina comunicação eficaz e com empatia. Enfatiza a importância de determinar ações à base de valores comuns. Quando usada como guia na coconstrução de acordos, a CNV pode tomar a forma de uma série de distinções, entre as quais: Distinção entre observações e juízos de valor; Distinção entre sentimentos e opiniões; Distinção entre necessidades (ou valores universais) e estratégias; Distinção entre pedidos e exigências/ameaças. Uma comunicação à base destas distinções tende a evitar dinâmicas classificatórias, dominatórias e desresponsabilizantes, que rotulem ou enquadrem os interlocutores ou terceiros. A CNV enxerga uma continuidade entre as esferas pessoal, interpessoal, profissional e social, e proporciona formas práticas de intervir nelas com Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, além de amplamente utilizadas nas áreas de mediação e definição dos conflitos e são usadas por alguns mediadores em seu trabalho.

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Você poderá participar desse curso até 1 ano após a matrícula.

Pessoas Maiores e Capazes.

Giovani Fachini
"Giovani Luciano Fachini, Tenente Coronel da PMSC. Graduado em Direito e Pós Graduado em Segurança Pública. Professor da Matéria de Mediação na PMSC."


O Centro de Mediadores é credenciado ao TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) para ministrar Cursos de Mediação Judicial e Mediação de Família (Link do Crendenciamento). Assim como também tem parceria com a Faculdade ISE (Instituto Superior de Ensino) para certificação de PÓS-GRADUAÇÃO, nos termos da Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007 (Link no MEC). Demais cursos são autorizados de acordo com a Lei Federal de nº 9.394/96 e normatizações legais, o Decreto Presidencial nº 5.154 de 23 de julho de 2004 e as normas da Resolução CNE nº 04/99 – MEC (art. 7º, § 3º) de 7 de outubro de 1999, válidos em todo o território nacional.

Conteúdo Programático

  • 1. Recomendações
  • 2. Manual do Aluno
  • 3. Vídeo: 1.1 O que é | 1.2 Bases | 1.3 Quando usar
  • 4. Apostila: 1.1 O que é | 1.2 Bases | 1.3 Quando usar
  • 5. Slide: 1.1 O que é | 1.2 Bases | 1.3 Quando usar
  • 1. Vídeo: 2.1. Observar sem avaliar
  • 2. Slide: 2.1. Observar sem avaliar
  • 3. Vídeo: 2.2. Sentimentos
  • 4. Slide: 2.2. Sentimentos
  • 5. Vídeo: 2.3. Necessidades
  • 6. Slide: 2.3. Necessidades
  • 7. Vídeo: 2.4. Pedido
  • 8. Slide: 2.4. Pedido
  • Prova: Processo da CNV (Componentes)
  • 1. Vídeo: 3.1. Julgamentos moralizantes
  • 2. Slide: 3.1.Julgamentos moralizantes
  • 3. Vídeo: 3.2. Fazendo comparações
  • 4. Slide: 3.2. Fazendo comparações
  • 5. Vídeo: 3.3. Negação de responsabilidade
  • 6. Slide: 3.3. Negação de responsabilidade
  • 7. Vídeo: 3.4. Outras formas de comunicação alienante da vida
  • 8. Slide: 3.4. Outras formas de comunicação alienante da vida
  • Prova: Comunicação que bloqueia a compaixão (estimula a violência)
  • 1. Slide: 4.0. Observar sem Avaliar
  • 2. Vídeo: 4.1. A forma mais elevada de inteligência humana
  • 3. Slide: 4.1. A forma mais elevada de inteligência humana
  • 4. Vídeo: 4.2. Distinguindo observações de avaliações
  • 5. Slide: 4.2. Distinguindo observações de avaliações
  • Prova: Observar sem avaliar
  • 1. Vídeo: 5.1. O alto custo dos sentimentos não-expressos
  • 2. Slide: 5.1. O alto custo dos sentimentos não-expressos
  • 3. Vídeo: 5.2. Sentimentos versus não-sentimentos
  • 4. Slide: 5.2. Sentimentos versus não-sentimentos
  • 5. Vídeo: 5.3. Sentimentos quando as necessidades estão sendo atendidas
  • 6. Slide: 5.3. Sentimentos quando as necessidades estão sendo atendidas
  • 7. Vídeo: 5.4. Sentimentos quando as necessidades não estão sendo atendidas
  • 8. Slide: 5.4. Sentimentos quando as necessidades não estão sendo atendidas
  • Prova: Identificando e expressando sentimentos
  • 1. Vídeo: 6.1. Ouvindo uma mensagem negativa
  • 2. Slide: 6.1. Ouvindo uma mensagem negativa
  • 3. Vídeo: 6.2. Distinguir entre doar de coração e ser motivado pela culpa
  • 4. Slide: 6.2. Distinguir entre doar de coração e ser motivado pela culpa
  • 5. Vídeo: 6.3. As necessidades na raiz dos sentimentos
  • 6. Slide: 6.3. As necessidades na raiz dos sentimentos
  • 7. Vídeo: 6.4. A dor de expressarmos nossas necessidades versus a dor de não a expressarmos
  • 8. Slide: 6.4. A dor de expressarmos nossas necessidades versus a dor de não a expressarmos
  • 9. Vídeo: 6.5. Da escravidão emocional à libertação emocional
  • 10. Slide: 6.5. Da escravidão emocional à libertação emocional
  • Prova: Assumindo a responsabilidade por nossos sentimentos
  • 1. Vídeo: 7.1. Usando uma linguagem de ações positivas
  • 2. Slide: 7.1. Usando uma linguagem de ações positivas
  • 3. Vídeo: 7.2. Fazendo pedidos conscientemente
  • 4. Slide: 7.2. Fazendo pedidos conscientemente
  • 5. Vídeo: 7.3. Pedindo Retorno
  • 6. Slide: 7.3. Pedindo Retorno
  • 7. Vídeo: 7.4. Pedindo Honestidade
  • 8. Slide: 7.4. Pedindo Honestidade
  • 9. Vídeo: 7.5. Fazendo pedidos a um grupo
  • 10. Slide: 7.5. Fazendo pedidos a um grupo
  • 11. Vídeo: 7.6. Pedidos versus Exigências
  • 12. Slide: 7.6. Pedidos versus Exigências
  • 13. Vídeo: 7.7. Definindo nosso objetivo ao fazer pedidos
  • 14. Slide: 7.7. Definindo nosso objetivo ao fazer pedidos
  • Prova: Pedindo Aquilo que enriquecerá nossa vida
  • 1. Vídeo: 8.1. Pergunte antes de oferecer conselhos ou estímulos
  • 2. Slide: 8.1. Pergunte antes de oferecer conselhos ou estímulos
  • 3. Vídeo: 8.2. A compreensão intelectual bloqueia a empatia
  • 4. Slide: 8.2. A compreensão intelectual bloqueia a empatia
  • 5. Vídeo: 8.3 Procurando escutar sentimentos e necessidades
  • 6. Slide: 8.3. Procurando escutar sentimentos e necessidades
  • 7. Vídeo: 8.4. Mantendo e empatia
  • 8. Slide: 8.4 Mantendo e empatia
  • 9. Vídeo: 8.5. quando a dor bloqueia nossa capacidade de oferecer empatia
  • 10. Slide: 8.5. quando a dor bloqueia nossa capacidade de oferecer empatia
  • Prova: Recebendo com empatia
  • 1. Vídeo: 9.1. Empatia que cura
  • 2. Slide: 9.1. Empatia que cura
  • 3. Vídeo: 9.2. A empatia e a capacidade de ser vulnerável
  • 4. Slide: 9.2. A empatia e a capacidade de ser vulnerável
  • 5. Vídeo: 9.3. Usando empatia para afastar o perigo
  • 6. Slide: 9.3. Usando empatia para afastar o perigo
  • 7. Vídeo: 9.4 Empatia ao ouvirmos um NÃO de alguém
  • 8. Slide: 9.4. Empatia ao ouvirmos um NÃO de alguém
  • 9. Vídeo: 9.5. Empatia para reanimar uma conversa morna
  • 10. Slide: 9.5. Empatia para reanimar uma conversa morna
  • 1. Vídeo: 10.1. Lembrando como somos especiais
  • 2. Slides: 10.1. Lembrando que somos especiais
  • 3. Vídeo: 10.2. Avaliando a nós mesmos quando fomos menos que perfeitos
  • 4. Slide: 10.2. Avaliando a nós mesmos quando fomos menos que perfeitos
  • 5. Vídeo: 10.3. Traduzindo julgamentos sobre si mesmo e exigências internas
  • 6. Slide: 10.3. Traduzindo julgamentos sobre si mesmo e exigências internas
  • 7. Vídeo: 10.4. O luto na CNV
  • 8. Slide: 10.4. O luto na CNV
  • 9. Vídeo: 10.5 Perdoando a nós mesmos
  • 10. Slide: 10.5. Perdoando a nós mesmos
  • 11. Vídeo: 10.6. Não faça nada que não seja por prazer
  • 12. Slide: 10.6. Não faça nada que não seja por prazer
  • 13. Vídeo: 10.7. Cultivando a consciência da energia por trás de nossas ações
  • 14. Slide: 10.7. Cultivando a consciência da energia por trás de nossas ações
  • 1. Vídeo: 11.1. Distinguindo o estímulo da causa
  • 2. Slide: 11.1. Distinguindo o estímulo da causa
  • 3. Vídeo: 11.2. Toda raiva tem um âmago que serve à vida
  • 4. Slide: 11.2. Toda raiva tem um âmago que serve à vida
  • 5. Vídeo: 11.3. Quatro passos para expressar a raiva
  • 6. Slide: 11.3. Quatro passos para expressar a raiva
  • 7. Exercício de fixação: situação prática
  • 1. Vídeo: 12.1. O pensamento por trás do uso da força
  • 2. Slide: 12.1. O pensamento por trás do uso da força
  • 3. Vídeo: 12.2. Tipos de força punitiva
  • 4. Slide: 12.2. Tipos de força punitiva
  • 5. Vídeo: 12.3. Os custos da punição
  • 6. Slide: 12.3. Os custos da punição
  • 7. Vídeo: 12.4. Duas perguntas que revelam as limitações das punições
  • 8. Slide: 12.4 Duas perguntas que revelam as limitações das punições
  • 9. Vídeo: 12.5. O uso protetor da força nas escolas
  • 10. Slide: 12.5. O uso protetor da força nas escolas
  • 11. Exercício de fixação: situação prática
  • 1. Vídeo: 13.1 Libertando-nos e aconselhando os outros
  • 2. Slide: 13.1. Libertando-nos e aconselhando os outros
  • 3. Vídeo: 13.2. Cuidando do nosso meio interno
  • 4. Slide: 13.2. Cuidando do nosso meio interno
  • 1. Vídeo: 14.1. Expressando apreciação na CNV
  • 2. Slide: 14.1 Expressando apreciação na CNV
  • 3. Vídeo: 14.2. Os três componentes da apreciação
  • 4. Slide: 14.2. Os três componentes da apreciação
  • 5. Exercício de fixação: situação prática
  • Comunicação Não Violenta
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